Artigo sobre Gestão de Equipes de Basquetebol Feminino

Mais um, aos 48′ de 2013!

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Integrante do GEPAE é Mestre em Gestão Desportiva

Marina Tranchitella defendeu em junho a dissertação de Mestrado “O Gerenciamento de Riscos em Eventos Esportivos: um estudo com corridas de rua” na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, sob orientação do Prof. Dr. Pedro Sarmento.

Se trabalho é uma grande contribuição para a gestão de eventos pois investigou como o conhecimento de cada stakeholder pode contribuir para uma melhor gestão de eventos de corrida de rua com vistas ao sucesso.

Parabéns Marina!

acesse o trabalho

O Gerenciamento de Riscos em Eventos Esportivos: um estudo com corridas de rua

Congresso Esporte de Alto Desenvolvimento

Forum Gestão de Arenas e Estádios

Evento em São Paulo a respeito de Gestão de Arenas e Estádios, para quem interessar.

Publicações em Gestão do Esporte

Congresso Internacional de Corrida e Caminhada – Gestão e Medicina do Esporte

ADIADO PARA 2014
MAIS INFORMAÇÕES ACESSE CIRCULAR

World Association for Sport Management WASM

A Associação Mundial de Gestão de Desporto, WASM, foi criada em 27 de abril de 2012 na University Aletheia em Taiwan.

Presidentes e representantes das seis associações continentais de gestão do esporte (NASSM, EASM, SMAANZ, EAAM, ALGEDE e ASMA) estavam presentes na reunião : Bob Baker (NASSM presidente eleito) e Karen Danylchuk (NASSM delegado), Mikel Urdangarin (EASM presidente) e Ruth Crabtree (EASM delegado), Paul Jonson (SMAANZ presidente) e Graham Cuskelly (SMAANZ delegado), Nilmanee Sriboon (AASM Presidente) e Munehiko Harada (AASM delegado), Rosa Lopez de D’Amico (ALGEDE presidente) e Rosa Medina (ALGEDE delegado) e Mwangi Peter Wanderi (ASMA delegado).

Outros fundadores são Brenda-Pitts e James Zhang (NASSM), Antje Diertens (EASM), David Shilbury (SMAANZ), Kong Ting Yeh (AASM), Yang (Noah) Hsu (AASM).

 

WORKSHOP Marketing e Gestão de Pessoas na Indústria do Fitness

O GEPAE promove na EEFEUSP, com apoio da ABRAGESP, seu segundo Workshop em 2012. O objetivo dos eventos (workshops) é reunir estudantes e profissionais que tenham interesse e/ou atuem em diferentes segmentos em entidades de administração ou de prática esportiva para promover a atualização, a formação continuada através de encontros que aliem aspectos teóricos, práticos e a troca de experiências sobre temas e campos de atuação da Gestão do Esporte no Brasil.

A temática deste próximo evento é o Marketing e a Gestão de Pessoas na Indústria do Fitness.
DATA: 3 de setembro de 2012
Horário: das 8h30 às 12h30

PROGRAMAÇÃO

MESA REDONDA
Posicionamento de Marketing e Relacionamento com os Clientes em Pequenas, Médias e Mega Academias

PALESTRA E DISCUSSÃO DE RELATOS DE EXPERIÊNCIA
Gestao de Pessoas – do recrutamento à capacitaçao de gestores

FICHA DE INSCRIÇÃO

https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0AnSUUtxxlKPpdHliOHlBNXVJV0loWG1DeEU0b0J0Mmc

Pesquisa das Academias 2011

Estamos realizando a coleta de informações sobre o mercado de academias no Brasil, através de um questionário eletrônico, se você é proprietário ou gestor de academia, (empresa com fins lucrativos), por favor colabore conosco respondendo a pesquisa, basta clicar aqui ou na imagem abaixo, a pesquisa é rápida, com duração aproximada de 8 minutos.GEPAE pesquisa 2011

Obrigado!

Administração Esportiva – Competências do gestor esportivo

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A demanda de atuação do profissional de administração esportiva é bastante diversificada, diferenciando-se de acordo com a cultura, a organização e as políticas de cada país ou região.

Segundo Parks & Zanger (1990), as áreas de atuação, nos Estados Unidos, se concentram no esporte universitário e escolar, no esporte profissional, na gestão de equipamentos esportivos, de programas recreativos, nas agências de esporte comunitário e de participação, em informação e marketing esportivo, no jornalismo esportivo, nos clubes, na indústria esportiva, nos centros de fitness, nas áreas de treinamento atlético e de medicina esportiva, na área de atividades aquáticas e no campo da consultoria e empreendedorismo.

Roche (2002) classifica as organizações esportivas na Espanha em quatro grandes grupos: as organizações desportivas públicas, as privadas sem fins lucrativos, as empresas de serviços esportivos e as sociedades anônimas desportivas. As organizações públicas são definidas como aquelas unidades, órgãos ou sociedades criadas pelas administrações públicas para desenvolver políticas públicas de desenvolvimento do esporte e de construção e gestão de complexos esportivos. As organizações privadas sem fins lucrativos – origem e base do esporte na maioria dos países europeus – são representadas por clubes esportivos, associações de clubes, ligas e federações esportivas. As empresas de serviços desportivos são orientadas pelo mercado e englobam a prestação de serviços de escolas desportivas, acampamentos, esportes ligados à natureza, administração de complexos desportivos, organização de espetáculos, eventos e competições esportivas, consultorias, assessorias e atividades de capacitação.

No Brasil, Rezende (2000) apresenta, sob a ótica da organização como unidade social, dois grandes grupos: aquelas organizações que existem em função da atividade física, esportiva e de lazer – centros de treinamento e escolinhas; academias; clubes e associações exclusivamente esportivas; consultorias e assessorias; ligas, federações e confederações; fundações, instituições e comitês, entre outros – e aquelas que possuem setores voltados para a atividade física, desportiva e de lazer – prefeituras, governos estaduais, governo federal, clubes sociais, entidades representativas (SESC, SESI, sindicatos), hotéis, academias, shoppings, etc.

Quanto à atuação profissional, no Brasil, Brunoro (1997) define as áreas de administração esportiva em: gerenciamento de clubes, gerenciamento esportivo geral (entidades públicas; privadas; escolas e universidades; federações, confederações e ligas; SESC, SENAC, SESI, ACM e área comunitária), supervisão de equipes, chefia de delegações e supervisor de projetos.

Böhme (1998) destaca as áreas de atuação do Bacharel em Esporte: supervisão e gerenciamento de equipes esportivas, gerenciamento de entidades de administração do esporte (clubes, ligas, federações e confederações), diferentes níveis de organização governamental (federal, estadual e municipal), organização e promoção de eventos esportivos em diferentes níveis, consultoria e/ou assessoria relativa à área.

A formação de administradores esportivos tem sido foco de estudos e pesquisas nas últimas décadas no Brasil, fruto da exigência dos mercados de atuação e das demandas sociais. O profissional capacitado na área tem se convertido em uma necessidade em toda organização que queira administrar, gerar e ofertar corretamente seus recursos (Barhum, 2001).

Rezende (2000) sugere que o profissional que atua em organização e administração no esporte deve dominar, de maneira geral, os assuntos administração e marketing, e, especificamente, temas de contabilidade, promoção de eventos, legislação esportiva e trabalhista, relações públicas, medicina do esporte, psicologia do esporte, turismo e lazer.

Quanto aos setores de atuação profissional, o norteamento dado pela Constituição do país (Brasil, 1988) reforçou uma das principais visões que o desporto já assumia na sociedade – o desporto educacional – que se destacava na ações das políticas públicas. Outra ação reforçada pelas novas diretrizes, já presente nas políticas públicas, era o apoio ao desporto de alto nível ou de rendimento.

GEPAE.

*Artigo escrito pela Professora Dra. Flávia da Cunha Bastos, para saber mais leia:

BASTOS, Flávia C. CAMPOS DE ATUAÇÃO DO ADMINISTRADOR ESPORTIVO – PROPOSTA DE UM MODELO PARA O BRASIL. Grupo de Estudos e Pesquisa em Administração Esportiva-GEPAE Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil.

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