Tecnologia da Informação e Comunicação para Mega Eventos Esportivos

Este relatório foi produzido com a finalidade de informar, divulgar e demonstrar assuntos discutidos no Evento TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) para Mega Eventos Esportivos acontecido nos dias 02 e 03 de agosto de 2011 na Câmara Americana de Comércio.

TIC ago 2011

 

Abertura 1º dia: O Sr. Júlio Puschel, analista sênior da INFORMA Telecoms & Media, iniciou o evento com uma palestra sobre a oportunidade que o mercado de telecomunicações está vivendo com o advento dos mega eventos esportivos no Brasil. Através desses acontecimentos, o avanço na implantação da tecnologia 4G e da utilização definitiva da tecnologia 3G será acelerado, gerando oportunidades não só para o público durante os eventos, mas também para a população após os jogos. De acordo com a visão dele a Copa do Mundo é o evento teste para a implementação de novas tecnologias e a inclusão digital

Painel de debates: Panorama Geral de como o Brasil está se preparando em tecnologia da informação e comunicação para a Copa.

Moderador: Roberto Mayer (Vice-Presidente – ASSESPRO NACIONAL)

Primeiro panelista – João Moura (Presidente Executivo da TelComp.)

O Sr. João destacou os mega eventos (Copa do Mundo de Futebol e Olimpíadas) como catalisadores para a introdução de novas tecnologias que perduraram após o encerramento destes eventos e trarão grande valor para a sociedade. Destacou também que as ações do Ministério das Comunicações estão de encontro às idéias do mercado (competição, infra-estrutura, acesso as redes).

Segundo panelistaArtur Coimbra de Oliveira (Diretor de departamento/broadband do Ministério das Comunicações.

O Sr. Artur iniciou sua palestra destacando a comunicação como elemento central para os grandes eventos esportivos, principalmente nas áreas de transmissão, segurança, logística e comunicação digital.

O papel do governo é prover toda infraestrutura para transmissão de imagens para estádios, complexos, centros de mídia, hotéis das seleções, centros de treinamento e todos os locais onde necessitem deste tipo de serviço. Para isso o Ministério das Comunicações assinou uma carta de garantias de acordo com as normas internacionais.

Para cumprir essas garantias diversas medidas já foram adotadas, como ajuste do plano de banda larga, a disponibilização de 8 satélites nacionais e 33 internacionais, além da licitação de mais 4 posições orbitais, implantação de redes de fibras óticas entre outras.
Um dos passos importantes é a criação de dois centros de envio de informações, nas cidades do Rio de Janeiro e Fortaleza, que serão referências e pontos de saídas internacionais. Essas ações traçadas pelo ministério buscam não só prover a infraestrutura necessária para a realização da Copa do mundo como os grandes avanços nas instalações e construções para estes fins, mas também deixar um legado na renovação da tecnologia, no desenvolvimento e investimento em produções de conteúdos locais, solicitados pela própria Presidente.

Terceiro panelista – Rodrigo Meira (representante do Ministério dos Esportes)

Destacou os objetivos do Governo com a Copa e as Olimpíadas: mobilizar o país, construir arenas multiuso de classe mundial, modernizar a infraestrutura do país, gerar salto na qualidade de serviços e promover o país no mundo.

Um estudo produzido pelo Ministério projeta um impacto econômico direto de 47 bilhões. Para que este impacto seja efetivo foram criadas 9 câmaras temáticas para ações estruturantes em diversos segmentos da sociedade.

O Sr. Rodrigo também apresentou o planejamento de ações até o início da Copa:

· 1º Bloco – infraestrutura básica (estádios, portos, aeroportos, mobilidade urbana).

· 2º Bloco – segurança, infraestrutura turística, TI, saúde, sustentabilidade ambiental, promoção e comunicação.

· 3º Bloco – implementação do evento.

Também destacou através de vários gráficos como o Ministério está caminhando com as exigências da FIFA.

Após a finalização deste panelista abriu-se o debate para os presentes. As principais perguntas foram sobre os prazos e atrasos nas obras de infraestrutura. Houve dois questionamentos importantes, um em relação ao fornecimento de energia elétrica, que no Pan do Rio foi deficiente em vários momentos, deixando quatro emissoras foras do ar por mais de 3 minutos. Nenhum dos representantes do governo deu uma resposta apontando a resolução destes problemas. Apenas o Sr. Rodrigo disse que o os ministérios assinaram garantias e essas seriam cumpridas.

Outra crítica foi em relação à responsabilidade na construção das arenas. Diversas delas estão sendo construídas sem as devidas especificações necessárias principalmente para a área de TI. Segundo o representante do Ministério das Comunicações essa infra-estrutura é de responsabilidade dos construtores dos estádios.

Ao perguntar sobre a existência de um plano de gestão de risco e da capacitação dos recursos humanos para receberem as novas tecnologias o Sr. Rodrigo respondeu que um plano de qualificação está em fase de estruturação, mas também depende de todos os envolvidos, não sendo um assunto somente de responsabilidade do Ministério dos Esportes.

Em relação à gestão de risco foi feita uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas para o desenvolvimento de centros de comando, sendo 12 regionais, 1 em cada estádio e 2 nacionais (sendo 1 back up). Estes centros receberão pessoal de diversas áreas, como segurança, Anatel, FIFA, entre outros. Infelizmente não foi apresentado nada de concreto.

Palestra: Missão para aplicações críticas: contribuindo para o sucesso do Brasil na Copa do Mundo e nas Olimpíadas.

Palestrante: Ed Adams

Esta palestra teve o intuito de divulgar o papel da empresa Harrys Corporation. Uma empresa de telecomunicação (broadcasting), que atende diversas áreas do governo norte americano e está presente em todas as emissoras de TV do Brasil. Mercados atuantes: emissoras de rádio e TV, arenas esportivas (Amway Arena – Orlando Magic) geradores de conteúdo, universidades, portais de internet, Telcos, pay TV, indústria e varejo.

A intenção da empresa é atuar em todas as salas de controle (broadcasting) dos estádios brasileiros da Copa, utilizando o modelo já existente nos Estados Unidos. Também almejam atuar no desenvolvimento de tecnologias -> FAME – armazenamento, catalogação, busca e reconhecimento de dados (voz e imagem).

Na segurança pública a atuação é na aplicação dos sistemas de segurança, provendo informação aos órgãos de segurança pública, prestadores de serviços (companhias de água e energia) e órgãos de defesa (rádio comunicação digital), inclusive com o treinamento no monitoramento da segurança.

No transporte aéreo desenvolveram o sistema de monitoramento e comunicação utilizado nos aeroportos dos Estados Unidos, trabalhando com 3 linhas de comunicação nos 21 grandes centros aéreos do país.

Painel de debates: Como os mega eventos esportivos mudarão o patamar de desenvolvimento de tecnologia da informação e comunicações no Brasil.

Moderador: Nelson Wortsman (infraestructure and digital convergence – BRASSCOM)

Primeiro panelista: Francisco Carlos Monteiro Filho (Diretor – SINDITELEBRASIL)

O Sr. Francisco trouxe dados da Anatel que mostram o desenvolvimento da penetração da banda larga no Brasil e compara com alguns países europeus. Porto Alegre tem penetração próxima da Suécia, Rio tem penetração próxima da Espanha e Brasília próxima da Alemanha.

Pela previsão da empresa, 600 mil turistas estrangeiros e 3 milhões de turistas domésticos serão atraídos pela Copa e para manter o nível de acessibilidade o planejamento de investimento é de 3,8 bilhões de reais em TI. Nessa previsão estão computadas 71 mil horas de cobertura por cerca de 500 canas de TV, 15 a 20 mil jornalistas, audiência de 3,5 a 4 bilhões de expectadores.

Só na África do Sul existiram 700 milhões de expectadores apenas na internet.

Para as olimpíadas há a previsão de participação de 12 mil atletas de 200 países, 400 mil turistas estrangeiros, 1 milhão de domésticos e investimento de 14,4 bilhões em instalações e infraestrutura.

A maior dificuldade e um dos motivos de alguns atrasos na implementação física das estruturas é a legislação ambiental.

A perspectiva é que em 2014 o Brasil esteja entre os 10 maiores países em número de assinantes de banda larga, o 5º maior em TIC e entre os 3 maiores de telecomunicações.

Segundo panelista: Michele Naili (executiva da indústria brasileira de televisão)

Com a experiência de 4 copas do mundo e três olimpíadas a Sra. Michele destacou a evolução da tecnologia das copas em que o Brasil foi campeão e as mais recentes.

Em 58 (Suécia) a transmissão demorava 1 semana para ser realizada. Já no Chile, em 62 demorava-se 2 dias para a transmissão chegar. A Copa do México foi o primeiro grande salto da tecnologia, sendo a primeira a ser transmitida ao vivo e em cores. Na visão da executiva, a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas são eventos idéias para se lançar tecnologia. No México existiu a necessidade de adequação de horários para os países da Europa.

Em 94 (EUA), ocorreu a primeira transmissão digital e um incrível salto nos números da audiência. Coréia e Japão tiveram transmissão para 196 países e 19 territórios. A quantidade de equipamento foi dobrada por conta dos 2 IBCs (um em cada país). Já na Alemanha a mudança foi o aparecimento do HD, sendo utilizadas 26 câmeras com essa tecnologia e 2 câmeras super slow. Foi a primeira vez que teve cobertura on line especial. O site e o portal da FIFA foram os mais acessados na época.

Já na África do Sul 25 jogos foram gerados em 3D e pela segunda vez uma Copa era transmitida em HDTV. Utilizou-se uma média de 29 a 32 câmeras por jogo e um sinal separado para uma câmera especial com transmissão para celular (tecnologia específica). O twitter mudou a forma de acompanhar os notícias e jogos da Copa. A final da Copa do Mundo da África do Sul foi o evento mais twitado da história.

Nas Olimpíadas de inverno de Vancouver existiu uma divisão pela metade entre as horas de transmissão para TV e para mídias móveis (tablets, celulares e notes).

Ao final da palestra a Sra. Michele levantou a seguinte questão: até 2015 o consumo mundial de vídeo em dispositivos móveis vai superar 693 bilhões de minutos. Estamos preparados?

Caso de sucesso: Amsterdan Arena

Palestrante: João Gilberto Vaz (Vice presidente de parcerias estratégicas – Arena do Brasil. Presidente da ABRARENAS)

O Amsterdan Arena foi o primeiro estádio multifuncional. Sua capacidade é de 52 mil pessoas para jogos e 100 mil para shows. Possui 85 camarotes, 3.000 m2 de áreas de restaurantes, acessibilidade total e melhoria acústica. Neste modelo existe um controle acionário entre município, AFC Ajax, certificado de acionistas e sócios fundadores. Sua multifuncionalidade propicia 6 diferentes cenários de instalações de palcos, com um tempo de mudança de cenário de 2 a 3 dias (Recorde mundial).

Atualmente a empresa já participa do planejamento e gestão de dois estádios para a Copa: Natal e Salvador.

O planejamento existente em Natal já é desenvolvido em 3 estádios para a Copa da Rússia em 2018.

O principal ponto destacado pelo Sr. João foi a necessidade do desenvolvimento de projetos para a viabilização dos estádios. Também chamou a atenção para as obras de alguns estádios, pois sua funcionalidade está sendo pensada apenas em jogos de futebol e não para uma arena multiuso, que possa receber diversos tipos de eventos.

Estudo de Caso: África do Sul

Palestrantes: Phumlani Moholi (ex Chief IT&T 2010 World Cup South Africa)

No caso da África do Sul existiu a necessidade de padronização dos sistemas de energia, aparelhos e configurações.

Os maiores desafios na área de TIC foram: projeto de grande complexidade, fasttracking, infraestrutura para as 500 companhias da Fortune, muitas partes envolvidas, estruturas não permanentes (planejar, construir, operar, desmontar).

Foi a Copa da introdução de novas tecnologias: jogos em 3D e transmissão somente em HD.

O legado mais importante apontado foi a retenção de habilidades, conhecimento e experiência. A África do Sul se planejou por 6 anos, com um plano de ação para a implementação do sistema de comunicação.

Estudo de Caso: Copa verde da Alemanha

Palestrante: Jürgen Richter (Gerente Consultor – TELEKON ALEMANHA)

Uma Copa verde exige um TI verde. Com essa frase e Sr. Jürgen iniciou sua palestra mostrando o desenvolvimento dos sistemas juntamente com um grupo de trabalho criado com a WWF para delimitar tópicos de sustentabilidade ecológica. Essa idéia dos jogos verdes começou na Copa da Alemanha, mas trouxe uma nova fase na FIFA, criando especificações para os jogos seguintes.

A própria associação Alemã de futebol modificou seu estatuto, criando uma comissão de sustentabilidade.

Com a entrada da Deutsche Telekon no Green Goal, durante 2006 foi possível organizar o 1º evento esportivo verde.

Abertura 2º dia: Michele Naili

Painel de debates: Quais são as infraestruturas em tecnologia de informação e telecomunicações necessárias para receber a Copa?

Primeira panelista: Carla Milovanov (CIO América Latina – ACCOR HOTÉIS)

Sendo uma das maiores redes de hotéis do mundo a empresa Accor atua em mais de 90 países, com mais de 4 mil hotéis em todas as categorias (supereconômica, econômica, média, superior e luxo). No Brasil já atuam com 145 hotéis espalhados pelo país.

Atualmente a média da taxa de ocupação nos grandes centros (SP, RJ, BH, BSB) está em torno de 80%. A hotelaria nas cidades sedes terá três grandes desafios:

· Como, quando e de forma dar automação e qualidade nos serviços para os hóspedes (existe a expectativa do hóspede, principalmente o estrangeiro em ter a mesma velocidade de comunicação que tem em casa), mobilidade (prover acesso em todas as áreas do hotel e o check in on line);

· Telecomunicações (limitação de serviços de tecnologia que cubra todas as regiões);

· RH (a falta de mão de obra levou a empresa a investir na formação de seus funcionários – retenção de talentos).

A grande oportunidade apontada foi a oportunidade de se desenvolver uma maior conectividade no país e maior disponibilidade de infraestrutura no Norte e Nordeste do país.

Segunda panelista: Lucélia (representante da Infraero)

A estrutura da Infraero tem 38 anos de atuação em aeroportos, grupamento de navegação aérea, unidades técnicas, 67 aeroportos e terminais de carga.

Por conta do aumento da demanda de passageiros no país (21% ao ano), a Infraero teve que acelerar os processo de atualização dos sistemas de TI e hoje já se encontra nos padrões internacionais. Já está unificando o sistema para o digital e atualizando a tecnologia das redes locais, rede wi-fi (já tem quatro aeroportos com acesso gratuito), aumento do sistema de telefonia e gestão de identidade.

Os projetos e investimentos da empresa objetivam o monitoramento dos vôos de forma on line (mobilidade), link ao vivo para as operadores de TV (centros de operação nos principais aeroportos), pólos de informação aos passageiros, aplicação de ajuda a localização de passageiros, otimização do check in, software de simulação aeroportuária e gestão de informação do aeroporto.

Como tudo no aeroporto funciona em função do vôo, existe um papel importante do gestor aeroportuário. O maior desafio em TI é montar centros de gerenciamento nos aeroportos.

Segundo a representante existe um planejamento de estruturação de acordo com a demanda de cada aeroporto e para as delegações e grupos especiais a Infraero já dispõem de um atendimento diferenciado e especializado.

Terceiro panelista: Fernando Santos (Gerente de Área para América Latina e países do Cone Sul – Check Point)

Com o foco na segurança da informação foi demonstrado as tendências do mercado para a virtualização e a dificuldade de segurança para aparelhos dos consumidores. Nos dias de hoje, se o Facebook e o Twitter fossem países ocupariam respectivamente o terceiro e sétimo lugares.

A estimativa de crescimento no volume de informação é de 650%.

Palestra: Desenvolvimento e inovação no setor de telecomunicações

Palestrante: Marcos de Souza Oliveira – ANATEL

O desenvolvimento das redes de telecomunicações vai seguir os eventos internacionais, com destaque para os eventos esportivos. A ANATEL já tem um planejamento para a Rio + 20, em 2012; Copa das Confederações, em 2013; Copa do Mundo, em 2014; Copa América, em 2015 e Olimpíadas, em 2016.

O Sr. Marcos destacou a experiência da ANATEL na fiscalização em eventos de grande porte. À partir desta experiência montou-se um grupo de trabalho que à partir do caderno de especificações da FIFA, pontuaram-se as necessidades vitais para o trabalho: backbone, saídas internacionais, infraestrutura de estádios e locais chaves (key locations).

O processo já teve início com a ampliação da rede de telecomunicações e a resolução 537/2010 classificou e determinou as faixas de freqüências a serem utilizadas pelas novas tecnologias.

O grupo de trabalho desenvolveu um caderno interno de encargos contendo 10 projetos, mais de 40 propostas, orçamento e cronograma. Este caderno já está em fase final de elaboração para seguir para aprovação.

Alguns projetos citados foram: fiscalização, logística operacional, administração de espectro, divulgação, administração de recursos humanos, capacitação, voluntariado, encerramento, TI, organizadores e demais órgãos de estado.

Durante a apresentação demonstrou um organograma de integração entre estado (ANATEL, ME, MC, MD, estados e municípios) e organizadores (FIFA, COI, LOC).

O dead line ajustado é o primeiro evento, já em 2012.

Painel: Perspectivas Internacionais

Moderador: Luis Minoru Shibata (Diretor da PROMONLOGICALIS)

Primeiro panelista: Phumlani Moholi (ex Chief IT&T 2010 World Cup South Africa)

No exemplo da África do Sul existiu uma preocupação com o treinamento dos recursos humanos e o desenvolvimento do pessoal local. Eles entenderam que qualquer problema afeta a marca e para não correrem riscos o foco no projeto era princípio básico.

Segundo panelista: Jürgen Richter (Gerente Consultor – TELEKON ALEMANHA)

O exemplo da Alemanha mostra o quanto é importante planejamento e prazos. Eles demonstraram que entraram na área de sustentabilidade três anos antes e já estavam atrasados. Para eles, o momento agora é viabilizar estratégias tangíveis de acordo com os prazos ainda existentes.

Terceiro panelista: Dick Wiles (Diretor de TI – Match Events Services)

Trabalhou em duas copas através da corporação. A Match é contratada da FIFA para controlar algumas áreas como TI, hospitalidade e acomodação. Diversas questões são levantadas como, por exemplo, de que forma as expectativas da comunidade de TI serão respondidas e o engajamento dessas ações. Existe uma oportunidade também fora da área dos jogos que não deve ser desperdiçadas.

Existem papéis e responsabilidades bem claras e específicas.

Mesa Redonda: Impactos estimados do legado da copa de 2014 e jogos de 2016

Panelistas: Michele Naili e Rômulo Reis (Gestor esportivo – CBF, DCO & GEP)

Essa mesa redonda se iniciou com uma apresentação do Sr. Rômulo definindo o conceito de mega eventos e os legados tangíveis e intangíveis.

Ao final da apresentação abriu-se para todos da platéia opinar sobre as impressões do que vêm pela frente com estes mega eventos.

Conclusões

Após dois dias de conferências muitas dúvidas e idéias foram levantadas. Diversos profissionais envolvidos mostraram um alto nível de competência, qualidade técnica e muito profissionalismo diante dos desafios que estão por vir. Ao mesmo tempo foi perceptível a preocupação geral, principalmente em relação as obras de infraestrutura.

Acredito que eventos dessa natureza sejam cada vez mais importantes para a difusão tanto do conhecimento em diferentes áreas como no fomento da discussão sobre o futuro do país com os grandes eventos e todo o legado que eles proporcionarão.

Rodrigo Rangel
Bacharel em esporte – Universidade de São Paulo – Eefe (Escola de Educação Física e Esporte)
GEPAE – Grupo de Estudos e Pesquisa em Administração Esportiva.

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